Insônia 2 - Viver e não ter a vergonha de ser Feliz
Bom, na verdade, eu acho que tenho que parar de chamar esses posts de "insônia", porque na verdade, eu luto com o sono. E eh verdade. Desde adolescente eu não curto dormir, eu gosto da madrugada. Nã poucas vezes ouço os passarinhos começarem a piar as 4 da manhã (horário que estou escrevendo), e pois é...Eu simplesmente não gosto de dormir cedo. Então o post deveria se chamar "lutando contra o sono parte 2" porque na verdade, eu estou com bastante sono!
Estou assistindo algumas entrevistas no youtube, ouvindo muita música, tentando me atualizar nas músicas de hoje. Percebi que a maioria das músicas atuais que ouço ultimamente são apresentadas pelo meu namorado! Eu sinto ateh que parei no tempo nesse sentido. Quando era adolescente era fissurada em rádio, em estar antenada com música, em tentar compôr alguma coisa no piano. Aliar alguma poesia que escrevia com melodia. Na verdade tenho umas 4 músicas que compus, mas não tenho coragem pra mostrar pra muita gente.
Bom, pelo menos, mostrei pra algumas pessoas mais íntimas e elas gostaram... mas como eram amigos muito próximos não sei se era porque gostaram de mim acabaram gostando da música por tabela.
Bom, o motivo de eu querer escrever agora, não é pra falar de música mas de um sentimento que estou trabalhando em mim, mas reparei que, na verdade muita gente também trabalha com ele. E é muito legal analisar esse sentimento nas pessoas, porque dá pra perceber que o perfil dessas pessoas segue um padrão.
Bom, o sentimento é insegurança.
Eu vou definir insegurança como um desejo intenso de afirmação. Um medo de não receber a afirmação desejada. Uma espécie de orgulho (por ter medo que te descubram imperfeita). Uma vontade de ser amada. Um trauma à críticas.
E essa insegurança segue um perfil de pessoa: muito críticas consigo mesmas, perfeccionistas, controladoras, amorosas, com sensibilidade à arte (percepção de mundo). Geralmente desconfiadas, mas quando se doam, doam-se por completo.
Consequências desse perfil: irritabilidade, intolerância, amorosidade, bondade, "camuflagem", medo de socializar-se, negativismo.
A necessidade desse perfil: sentir que a imagem de segurança chegou as outras pessoas. Suficiência de Amor. Auto-afirmação. Auto-estima.
Parece bem negativo neh?! Mas acho que estou tentando olhar pra dentro de mim e também pra pessoas com o mesmo perfil, e tentando encontrar coisas boas.
E esse sentimento é tão louco.
Conheço mulheres inteligentíssimas, belíssimas, com tudo (TUDO) pra serem SUPER seguras, mas na verdade falam da sua insegurança. E desse "medo" puramente "da cabeça" que as impossibilita e paralisa.
Essa vontade de fazer tudo "certo" e o medo de tentar e se frustrar, de se magoar. E o medo imenso de se arriscar!!!
Eu gosto muito da Sandy.
Desde pequena.
Pra mim ela é um modelo de "semiperfeição". Não pela voz (não gosto muito da voz dela, eu acho que não tem muita personalidade e potência), mas eu acho lindo o rosto dela, o jeito doce dela, ela ter bons valores, ser uma boa aluna, ter essa sensibilidade, ela ser miúda. (Sempre me achei muito alta, e meninas miúdas parece que são m,ais abraçáveis, e achava que os homens gostavam mais). Achei o máximo que ela casou com o fofo do Lucas Lima. Uma pessoa tão autêntica (pelo menos na tv). Talentoso romântico (eh eu curtia o Lucas quando era adolescente porque ele era cristão e tocava volino rsrs abafa o caso). Acho que os dois formam o casal mais lindo da tv.
Por um acaso estava assistindo uma entrevista dela na Marília Gabriela e no programa da Eliana;
E ela fala muito, nas 2 entrevistas, que ela é insegura. E de fato, eu sempre percebi que ela "sorria muito". Tentava passar sempre a imagem. Ou mesmo sem querer, acaba passando. Sei lá. MAs ela falou da insegurança dela, de ela ser muito crítica com ela mesma, e dava pra perceber, no olhar dela, no tom de voz, que aquilo deixava ela muito cansada, estressada, que aquilo fazia muito mal pra ela, e o que é pior, ela NÃO tem motivos pra se sentir assim. Elas NÃO tem motivos.
Ok Dani, você não sabe como é.
Ok!
Mas estou falando sobre ela ser uma pessoa que tem tudo! Se ela conseguisse ver um terço da beleza, e da felicidade que ela tem em ter uma família que a ama, um marido que a respeita e cuida dela com carinho, dinheiro (muito dinheiro), saúde. Ela é LINDA. Se ela conseguisse ver tudo isso...
Mas não.
Ela sofre, por receio do que ela não tem. OU melhor, do que os outros pensem sobre "o que ela não tem". Por ver as coisas do ponto de vista do receio, do medo de não ser amada. E ela percebeu isso. Pelo que ela respondeu na entrevista, ela encarou que ela era uma pessoa INSEGURA. E isso é muito saudável, porque a cura começa a acontecer depois do diagnóstico. E ela percebeu a doença. E é nítido na entrevista que ela não sorri tanto. Mas não por estar trsite, mas porque não quer mais ficar "agradando" toda hora.
Também tem uma ex-namorada de um amigo meu. Ela é uma japonesa LINDA! Modelete!
Magrinha, simpática, super querida pelos amigos dela, inteligente, bem humorada. Todas as roupas do mundo caem bem nela! Dá ateh invejinha! E de repente a notícia que ela está com depressão! Oh GOd! WHY??! Mesma coisa, a necessidade deteriorante de ser amada por todos! De ser aceita! De ser perfeita!
Eu sou uma pessoa normal, nem chego aos pés dessas duas lindas! Mas, eu sou muito insegura! E às vezes quero tanto agradar e me vejo sorrindo, falando : "Deixa comigo, eu faço", às vezes porque EU QUERO ajudar (o que é um motivo legítimo) e as vezes mais pela necessidade de ser admirada, de ser amada, de ficar mendigando elogio, tanto quanto, me livrar de qq crítica que posso me ferir. E isso é Doença! Doença porque destrói algo dentro de mim! E esse algo, sou EU! E esse algo é essas meninas lindas!
Nesse ponto, é bom compartilhar com pessoas que participam disso, e receber o abraço da aceitação.
Do tipo: "Não! Vc não é sensóvel demais! Você é normal! E está tudo bem em ser assim! Você só não precisa ficar insegura! Você não precisa ser perfeita!
Ou como a frase sábia de um amigo, dita pela boca de uma das melhores pessoas que eu conheço: "Quem te amar, vai te amar assim. Do jeitinho que você é".
E, eu digo, vai ser suficiente pra quem te amar, do tipo: "está ótimo assim!"
E, melhor que isso, vai ser fantástico! E essa é a beleza dos relacionamentos!
Não precisa ser perfeito porque ninguém é perfeito. A pessoa que te chama de sensível é tão imperfeito quanto as imperfeições que ela aponta em você.
Eu acho que no mundo há pessoas e pessoas!
Há pessoas que vivem num ambiente em que se fala demais, sem se preocupar se está magoando ou não, porque entra por um ouvido e sai pelo outro nesse grupo.
Eu não sou assim.
Há pessoas que tomam cuidado com as palavras, pras palavras sempre levantarem as pessoas! Eu sou desse time aih! E sem demagogia, sem dizer é melhor ou pior, mas diferentes.
De verdade, eu penso assim:
Quanto as pessoas que falam o que pensam, eu não sou obrigada a ouvir se eu não quero! Se magoou, eu mostro como eu gosto de ser tratada: "Eu não gostei que você falou assim". (isso é uma coisa que eu preciso aprender a rebater na hora. Geralmente eu fico magoada. Guardo. E depois de uns dias falo com pessoa. Sei lah se esse modo também não é bom)
Como a Flávia Calina disse: "A gente ensina para os outros como gostamos de ser tratados". E eu acho que é bem assim mesmo!
E, como meu namorado lindo disse lá na aula de escola dominical para os nossos alunos da igreja: "a gente aprende muito com a gratidão. Tentar enxergar o que nós temos".
Tentar enxergar o que tenho, ao invés de focar o que eu não tenho.
Aprender a ver minhas virtudes. E o que eu tenho ao meu redor. A ver que eu tenho o namorado maravilhoso. Uma família que me ama e tenta sempre me ajudar! Tenho saúde (apesar dos desmaios). Ao invés de reclamar do trabalho, enxergar que eu sou funcionária pública que ganha relativamente bem pra profissão que exerço no meu país (e com toda a desvalorização da minha profissão na sociedade brasileira). Enxergar que eu trabalho do lado de casa. Pois é. em 5 minutos eu tô em casa! Trabalho com crianças que demonstram amor o tempo todo! E estão sedentas que eu demonstre amor por elas! (Até me emociona).
Eu me acho uma pessoa inteligente e esforçada. Eu tenho poucos mas maravilhosos amigos: eu os conto nos dedos de uma mão!
.....
Eh verdade, a gratidão tem um poder enorme! E a segurança pode nascer num coração grato!
Porque se a insegurança é só o medo pelo que falta, dá pra suprimir esse problema, inundando a mente com o que temos.
E sem medo dizer: E sou saudável, eu sou linda, eu sou inteligente, eu sou simpática. Não precisa ouvir isso dos outros, mas ouvir isso dentro de si! E ficar inundado disso, que nem vai precisar ouvir dos outros.
E, se de alguma forma, precisar ouvir, que seja das pessoas certas. Pra mim, ouvir dessas pessoas que cabem numa mão. Essas me conhecem. Essas querem o meu bem! Essas me amam! As outras não! As outras só falam, as vezes (muitas vezes) só por falar!
Ouvir de si mesmo, ouvir de quem me ama, ser grato. Eu acho que essa é um dos remédios pra combater a doença da insegurança! Ser curado, ser feliz, ser leve! Literalmente, sem medo: "viver e não ter a vergonha de ser feliz!"
Estou assistindo algumas entrevistas no youtube, ouvindo muita música, tentando me atualizar nas músicas de hoje. Percebi que a maioria das músicas atuais que ouço ultimamente são apresentadas pelo meu namorado! Eu sinto ateh que parei no tempo nesse sentido. Quando era adolescente era fissurada em rádio, em estar antenada com música, em tentar compôr alguma coisa no piano. Aliar alguma poesia que escrevia com melodia. Na verdade tenho umas 4 músicas que compus, mas não tenho coragem pra mostrar pra muita gente.
Bom, pelo menos, mostrei pra algumas pessoas mais íntimas e elas gostaram... mas como eram amigos muito próximos não sei se era porque gostaram de mim acabaram gostando da música por tabela.
Bom, o motivo de eu querer escrever agora, não é pra falar de música mas de um sentimento que estou trabalhando em mim, mas reparei que, na verdade muita gente também trabalha com ele. E é muito legal analisar esse sentimento nas pessoas, porque dá pra perceber que o perfil dessas pessoas segue um padrão.
Bom, o sentimento é insegurança.
Eu vou definir insegurança como um desejo intenso de afirmação. Um medo de não receber a afirmação desejada. Uma espécie de orgulho (por ter medo que te descubram imperfeita). Uma vontade de ser amada. Um trauma à críticas.
E essa insegurança segue um perfil de pessoa: muito críticas consigo mesmas, perfeccionistas, controladoras, amorosas, com sensibilidade à arte (percepção de mundo). Geralmente desconfiadas, mas quando se doam, doam-se por completo.
Consequências desse perfil: irritabilidade, intolerância, amorosidade, bondade, "camuflagem", medo de socializar-se, negativismo.
A necessidade desse perfil: sentir que a imagem de segurança chegou as outras pessoas. Suficiência de Amor. Auto-afirmação. Auto-estima.
Parece bem negativo neh?! Mas acho que estou tentando olhar pra dentro de mim e também pra pessoas com o mesmo perfil, e tentando encontrar coisas boas.
E esse sentimento é tão louco.
Conheço mulheres inteligentíssimas, belíssimas, com tudo (TUDO) pra serem SUPER seguras, mas na verdade falam da sua insegurança. E desse "medo" puramente "da cabeça" que as impossibilita e paralisa.
Essa vontade de fazer tudo "certo" e o medo de tentar e se frustrar, de se magoar. E o medo imenso de se arriscar!!!
Eu gosto muito da Sandy.
Desde pequena.
Pra mim ela é um modelo de "semiperfeição". Não pela voz (não gosto muito da voz dela, eu acho que não tem muita personalidade e potência), mas eu acho lindo o rosto dela, o jeito doce dela, ela ter bons valores, ser uma boa aluna, ter essa sensibilidade, ela ser miúda. (Sempre me achei muito alta, e meninas miúdas parece que são m,ais abraçáveis, e achava que os homens gostavam mais). Achei o máximo que ela casou com o fofo do Lucas Lima. Uma pessoa tão autêntica (pelo menos na tv). Talentoso romântico (eh eu curtia o Lucas quando era adolescente porque ele era cristão e tocava volino rsrs abafa o caso). Acho que os dois formam o casal mais lindo da tv.
Por um acaso estava assistindo uma entrevista dela na Marília Gabriela e no programa da Eliana;
E ela fala muito, nas 2 entrevistas, que ela é insegura. E de fato, eu sempre percebi que ela "sorria muito". Tentava passar sempre a imagem. Ou mesmo sem querer, acaba passando. Sei lá. MAs ela falou da insegurança dela, de ela ser muito crítica com ela mesma, e dava pra perceber, no olhar dela, no tom de voz, que aquilo deixava ela muito cansada, estressada, que aquilo fazia muito mal pra ela, e o que é pior, ela NÃO tem motivos pra se sentir assim. Elas NÃO tem motivos.
Ok Dani, você não sabe como é.
Ok!
Mas estou falando sobre ela ser uma pessoa que tem tudo! Se ela conseguisse ver um terço da beleza, e da felicidade que ela tem em ter uma família que a ama, um marido que a respeita e cuida dela com carinho, dinheiro (muito dinheiro), saúde. Ela é LINDA. Se ela conseguisse ver tudo isso...
Mas não.
Ela sofre, por receio do que ela não tem. OU melhor, do que os outros pensem sobre "o que ela não tem". Por ver as coisas do ponto de vista do receio, do medo de não ser amada. E ela percebeu isso. Pelo que ela respondeu na entrevista, ela encarou que ela era uma pessoa INSEGURA. E isso é muito saudável, porque a cura começa a acontecer depois do diagnóstico. E ela percebeu a doença. E é nítido na entrevista que ela não sorri tanto. Mas não por estar trsite, mas porque não quer mais ficar "agradando" toda hora.
Também tem uma ex-namorada de um amigo meu. Ela é uma japonesa LINDA! Modelete!
Magrinha, simpática, super querida pelos amigos dela, inteligente, bem humorada. Todas as roupas do mundo caem bem nela! Dá ateh invejinha! E de repente a notícia que ela está com depressão! Oh GOd! WHY??! Mesma coisa, a necessidade deteriorante de ser amada por todos! De ser aceita! De ser perfeita!
Eu sou uma pessoa normal, nem chego aos pés dessas duas lindas! Mas, eu sou muito insegura! E às vezes quero tanto agradar e me vejo sorrindo, falando : "Deixa comigo, eu faço", às vezes porque EU QUERO ajudar (o que é um motivo legítimo) e as vezes mais pela necessidade de ser admirada, de ser amada, de ficar mendigando elogio, tanto quanto, me livrar de qq crítica que posso me ferir. E isso é Doença! Doença porque destrói algo dentro de mim! E esse algo, sou EU! E esse algo é essas meninas lindas!
Nesse ponto, é bom compartilhar com pessoas que participam disso, e receber o abraço da aceitação.
Do tipo: "Não! Vc não é sensóvel demais! Você é normal! E está tudo bem em ser assim! Você só não precisa ficar insegura! Você não precisa ser perfeita!
Ou como a frase sábia de um amigo, dita pela boca de uma das melhores pessoas que eu conheço: "Quem te amar, vai te amar assim. Do jeitinho que você é".
E, eu digo, vai ser suficiente pra quem te amar, do tipo: "está ótimo assim!"
E, melhor que isso, vai ser fantástico! E essa é a beleza dos relacionamentos!
Não precisa ser perfeito porque ninguém é perfeito. A pessoa que te chama de sensível é tão imperfeito quanto as imperfeições que ela aponta em você.
Eu acho que no mundo há pessoas e pessoas!
Há pessoas que vivem num ambiente em que se fala demais, sem se preocupar se está magoando ou não, porque entra por um ouvido e sai pelo outro nesse grupo.
Eu não sou assim.
Há pessoas que tomam cuidado com as palavras, pras palavras sempre levantarem as pessoas! Eu sou desse time aih! E sem demagogia, sem dizer é melhor ou pior, mas diferentes.
De verdade, eu penso assim:
Quanto as pessoas que falam o que pensam, eu não sou obrigada a ouvir se eu não quero! Se magoou, eu mostro como eu gosto de ser tratada: "Eu não gostei que você falou assim". (isso é uma coisa que eu preciso aprender a rebater na hora. Geralmente eu fico magoada. Guardo. E depois de uns dias falo com pessoa. Sei lah se esse modo também não é bom)
Como a Flávia Calina disse: "A gente ensina para os outros como gostamos de ser tratados". E eu acho que é bem assim mesmo!
E, como meu namorado lindo disse lá na aula de escola dominical para os nossos alunos da igreja: "a gente aprende muito com a gratidão. Tentar enxergar o que nós temos".
Tentar enxergar o que tenho, ao invés de focar o que eu não tenho.
Aprender a ver minhas virtudes. E o que eu tenho ao meu redor. A ver que eu tenho o namorado maravilhoso. Uma família que me ama e tenta sempre me ajudar! Tenho saúde (apesar dos desmaios). Ao invés de reclamar do trabalho, enxergar que eu sou funcionária pública que ganha relativamente bem pra profissão que exerço no meu país (e com toda a desvalorização da minha profissão na sociedade brasileira). Enxergar que eu trabalho do lado de casa. Pois é. em 5 minutos eu tô em casa! Trabalho com crianças que demonstram amor o tempo todo! E estão sedentas que eu demonstre amor por elas! (Até me emociona).
Eu me acho uma pessoa inteligente e esforçada. Eu tenho poucos mas maravilhosos amigos: eu os conto nos dedos de uma mão!
.....
Eh verdade, a gratidão tem um poder enorme! E a segurança pode nascer num coração grato!
Porque se a insegurança é só o medo pelo que falta, dá pra suprimir esse problema, inundando a mente com o que temos.
E sem medo dizer: E sou saudável, eu sou linda, eu sou inteligente, eu sou simpática. Não precisa ouvir isso dos outros, mas ouvir isso dentro de si! E ficar inundado disso, que nem vai precisar ouvir dos outros.
E, se de alguma forma, precisar ouvir, que seja das pessoas certas. Pra mim, ouvir dessas pessoas que cabem numa mão. Essas me conhecem. Essas querem o meu bem! Essas me amam! As outras não! As outras só falam, as vezes (muitas vezes) só por falar!
Ouvir de si mesmo, ouvir de quem me ama, ser grato. Eu acho que essa é um dos remédios pra combater a doença da insegurança! Ser curado, ser feliz, ser leve! Literalmente, sem medo: "viver e não ter a vergonha de ser feliz!"
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